Ingredientes raros: Mamute

Recentemente foi descoberto num pântano irlandês, um bloco de manteiga que se acredita ter 2000 anos. Este era um método usual de conservação de manteiga na Irlanda e na Escócia, onde a conjugação entre o solo ácido, baixas temperaturas e o isolamento ao oxigénio fornecem condições ideais. Diz quem provou que a consistência era mais semelhante a queijo e sabia levemente a ranço...com 2000 anos, saber ligeiramente a ranço, não é mau. 

A arqueologia não tem porque ser não comestível, e aparentemente isso aconteceu no Explorers Club de Manhatta, num jantar organizado em 1951. 

Importa dizer que o EC, foi fundado em 1904, por 7 indivíduos ávidos das planícies geladas numa época em que ainda tanto havia por explorar. 

Eis que aparentemente, sob a espessa camada de gelo um mamute é descoberto. Congelado e não fossilizado, as presas, esqueleto e pele removidos para fins museológicos, mas e o que fazer com a montanha de carne que o bicho possui, apesar das queimaduras do gelo? 

Uns diriam, deitar fora, imprestável que tem 250000 anos. Os exploradores aparentemente e neste mito disseram: explore-se. Experimente-se!

Não tem a ver com a credibilidade que indivíduos que disseram subir à montanha mais alta, voar mais longe ou descer mais profundo: a simples equação de que foi possível servir carne de um animal extinto é imensamente incrível. 

E tu? Comias?



 

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