Moinho Pimenta Peugeot

Moinho Pimenta Peugeot

O tempo da pimenta pré-moída acabou. Os moinhos são hoje uma coisa corriqueira na cozinha, existem de todas as formas e feitios hoje com materiais mais baratos, a bateria, pré-carregados, com ajustes na moagem, vale tudo. 

De visibilidade aumentada com os restaurantes italianos (deve fazer parte do kit de abertura). Não aprecio que se aproximem da mesa onde estou, com uma coisa de dimensão e formato semelhantes ao de um taco  de "baseball" e me perguntem: Pimenta? Tenho um certo receio de dar a resposta errada.

Uma história sobretudo curiosa. A Peugeot (sim a dos automóveis) não começou nesse ramo. Em 1810, os irmãos Jean-Pierre e Jean-Frederic, resolveram transformar o moinho de farinha da família, numa fundição metalúrgica. Para fabricarem primeiro serras e depois moinhos de café, que foram adquirindo fama de excelência pela resistência e durabilidade. Uma coisa levou a outra e em 1874, apresentaram ao mercado o primeiro moinho de pimenta da marca, o modelo Z. 

O primeiro automóvel da marca, surgiu em 1891. 

A utilização do almofariz e pilão para o efeito começa a ser posta em causa com todas estas alterações. Os aparelhos que fabricaram eram tão bons e resistentes, que resolveram adoptar para logotipo um leão (que mostra a sua raça), com a sua mandíbula poderosa, o seu corpo resiliente.

A própria marca, contrariamente ao que é rotineiro, não assume a primazia na invenção do objecto, mas ela pode ser encontrada aqui ou aqui

Taberna Da Rua Das Flores: “Surpresa”

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