Taberna Da Rua Das Flores: “Surpresa”

Taberna Da Rua Das Flores: “Surpresa”

Um daqueles instagram's que é de seguir: @mestrandreh, do André Magalhães. 

Na taberna não existe uma lógica aparente, a não ser a pesquisa dos melhores fornecedores, a conjugação com a melhor preparação, e o cuidado apresentado no tratamento e na confecção feitos. A diversidade levada ao extremo. Não me admiraria um chow mein, de crocante de leitão e tagliatelli de castanha. A sério que não. 
A lista que serve de menu, uma pequena ardósia suportada por uma anca e um braço, não tem mais de uma dúzia de pratos. E quando se acaba durante a refeição um deles, substitui-se por outro, que acabou de ser inventado.  

A sério, azedos? Quem é que se lembra de ir buscar aquilo? E castanholas? E boletos e bruxas e camarão de Espinho e miombas?
Ainda um dia, vou apanhar samos por lá...e como é bom a bexiga natatória de um bacalhau!
E os preços versus a qualidade...como (aquilo deve ser gente do Norte) é que é possível?

O espaço é pequenote e requer reserva ( e longe de mim querer com isto dizer, se alguém estiver a ler, que eles devem ampliar, ok?). Só que a reserva não existe. Existe uma lista de espera, o falar com quem está lá dentro e descobrir mais ou menos quanto tempo se vai aguentar até haver mesa. 
A espera nas meteorologias boas, é porreira no exterior, com um copo de vinho, um cesto de pão e uma malga de azeite (sim o azeite, também é de excepcional qualidade). 
O pé direito alto e os tampos em mármore, ajudam a descomprimir um pouco do aglomerado de gente. 

Continuem a supreender por favor!

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